segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Fallece Fidel Castro, líder de la Revolución Cubana


El presidente cubano, Raúl Castro, anunció la partida física de Fidel, quien será cremado "atendiendo su voluntad expresa".

El líder de la Revolución Cubana, Fidel Castro, falleció este viernes a los 90 años de edad, anunció su hermano, el presidente Raúl Castro, en una alocución en la televisión estatal. El legado antiimperialista de Fidel vive en el pueblo cubano, que llora la partida física de su líder.
El emblemático líder falleció en la noche de este viernes, 25 de noviembre, a las 22H29 (hora local), y sus restos serán cremados "atendiendo su voluntad expresa", explicó Raúl Castro, visiblemente emocionado.

El mandatario agregó que en las próximas horas se anunciará cómo se realizarán las exequias de Fidel Castro, a quien se vio por última vez el pasado 15 de noviembre, cuando recibió en su residencia al presidente de Vietnam, Tran Dai Quang.

Fidel Castro es uno de los personajes más importantes del siglo XX, cuyo legado y trascendencia se mantiene vigente en el siglo XXI. Fidel marcó una nueva etapa para Cuba, dignificando al pueblo que estaba siendo pisoteado por la dictadura de Fulgencio Batista.
No sólo le inculcó al pueblo el amor por sus raíces, sino que Fidel también implementó políticas reivindicadoras que eventualmente posicionaron a Cuba como una referencia en materia de educación y salud ante el resto del mundo.
Fidel se convirtió en una figura emblemática del antiimperialismo al resistir las políticas injerencistas de Estados Unidos y no ceder ante sus intereses. Pese al bloqueo comercial que impuso ese país norteamericano desde 1960, Cuba ha logrado mantenerse de pie e implementado medidas que le han valido el reconocimiento de diversas organizaciones.
Además de beneficiar al pueblo cubano, los servicios de salud se han convertido en producto de exportación de ese país caribeño. Más de 15 mil médicos y en total, cerca de 40 mil trabajadores vinculados a esos servicios se encuentran distribuidos en el resto del mundo.
A partir de enero de 1959 con el triunfo de la Revolución se inician esfuerzos que tuvieron como contenido esencial dar solución a los grandes problemas del pasado neocolonial, la reorganización y tecnificación del Ministerio de Educación y la toma de medidas inmediatas para acabar con el analfabetismo y la extensión a toda la isla de los servicios educativos.

Fonte: 
http://www.telesurtv.net/news/Fallece-Fidel-Castro-lider-de-la-Revolucion-Cubana-a-los-90-anos-20150109-0051.html

¡ Felicidades Fidel!



Comandante Fidel Castro, usted es para nosotros, del  Núcleo de Estudios Cubanos de la Universidad de Brasilia, fundado hace 20 años,  el gran inspirador de la lucha de los países de América Latina par via el logro de la verdadera independencia, libertad, dignidad, igualdad y justicia social. Cuba, bajo la dirección revolucionaria, nos dió una demostración de que el socialismo es el único camino hacia la emancipación de los pueblos y la liberación de los trabajadores. Reciba, comandante, nuestras felicitaciones por su 90 º. cumpleaños, deseando que tu pensamiento y tu ejemplo dé fructos en el mundo.  NESCUBA-CEAM (Centro de Estudios Avanzados Multindisciplinarios) - UnB - Blog: nescuba.blogspot.com E-mail: nescuba@unb.br
Jair Reck- coordinador
Maria Auxiliadora César fundadora,  ex-coordinadora y profesora voluntaria 
Hélio Marcos Prates Doyle fundador y ex coordinador           

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Bloqueio contra Cuba, rechaço universal e abstenção dos EUA

Por Waldo Mendiluza
Nações Unidas, 27 out (Prensa Latina) A Assembleia Geral da ONU exigiu pela vigésima quinta ocasião consecutiva, desde 1992, o fim do bloqueio contra Cuba, mediante uma resolução apoiada por 191 países e ante a qual Estados Unidos se absteve pela primeira vez.


Em uma sessão plenária ontem, o principal órgão deliberativo das Nações Unidas, o único que acolhe em igualdade de condições os 193 Estados membros da organização, reivindicou mais uma vez a suspensão do cerco econômico, comercial e financeiro vigente durante mais de meio século.

A iniciativa adotada aqui apela para o respeito aos princípios e propósitos da Carta da ONU, documento de fundação que defende a solução pacífica de controvérsias, a amizade e a cooperação entre os países, a não ingerência nos assuntos internos e o respeito à soberania.

Intervenções dos cinco continentes recordaram a Washington que com seu bloqueio unilateral e extraterritorial, ignora esses critérios que levaram ao nascimento das Nações Unidas depois da sangrenta Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Antes da votação, Tailândia, em nome do Grupo dos 77 mais China, que reúne 134 das 193 nações independentes do planeta, e Venezuela, representando o Movimento de Países Não Alinhados, que acolhe 120 Estados, repudiaram o cerco por violar o Direito Internacional e por seu impacto sobre a população.

Além da esmagadora maioria de governos que novamente exigiram aos Estados Unidos suspender as sanções, se destacou na sessão da Assembleia Geral a inédita abstenção da Casa Branca, anunciada por sua representante permanente Samantha Power e imitada por Israel.

Power admitiu a condenação universal ao bloqueio e seu fracasso na tentativa de derrotar a Revolução Cubana, e expressou expectativas de que a mudança de postura ajude na melhoria das relações bilaterais.

Ainda que para os grandes meios de imprensa, sobretudo do ocidente, a notícia foi que Estados Unidos se absteve, a realidade não pode ser ocultada, o mundo voltou a se pronunciar com clareza contra o cerco mantido por 10 presidentes norte-americanos, sem deixar de reconhecer e celebrar a aproximação entre Washington e Havana.

A propósito da mudança de posição estadunidense, o chanceler da ilha, Bruno Rodríguez, ressaltou na Assembleia que o Presidente dos Estados Unidos possui amplas prerrogativas executivas que não tem empregado, como ainda poderia, para reduzir substancialmente o impacto humanitário e econômico do bloqueio.

'Esta mudança de voto significa que as utilizará com determinação?', perguntou.

Rodríguez chamou o mundo a julgar não pelas palavras, mas pelos atos, e estes demonstram a vigência das sanções, o recrudescimento da perseguição financeira e o obstáculo ao desenvolvimento da ilha, justamente quando a comunidade internacional impulsiona a Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável.

BLOQUEIO CONTINUA, OBAMA PODERIA FAZER MAIS

O chanceler da maior das Antilhas denunciou a continuidade das sanções econômicas, comerciais e financeiras, apesar dos progressos nas relações bilaterais.

'Sem dúvida, registraram-se avanços no diálogo e na cooperação em temas de interesse comum e foram assinados vários acordos que registram benefícios recíprocos (...) No entanto, o bloqueio persiste, provoca danos ao povo cubano e obstaculiza o desenvolvimento econômico do país', sublinhou.

Além disso, precisou que por seu marcado caráter extraterritorial, também afeta diretamente a todos os Estados membros das Nações Unidas.

De acordo com Rodríguez, são incalculáveis os danos humanos produzidos pelo cerco, que afeta cada família e setor do país caribenho, incluindo áreas sensíveis como a saúde humana, a educação e a alimentação.

Em relação às ações executivas decretadas pelo presidente Barack Obama para modificá-lo, reconheceu-as, e enfatizou que constituem passos positivos, mas de efeito e alcance muito limitado.

A maioria das regulamentações executivas e as leis que estabelecem o bloqueio permanecem vigentes e são aplicadas com rigor até este minuto pelas agências do governo estadunidense, afirmou o funcionário, que reiterou as amplas faculdades de Obama para neutralizar seus impactos e propiciar um melhor cenário para a aproximação comercial.

ENCERRAMENTO DE SOLIDARIEDADE

A jornada de votação contra o bloqueio encerrou no final da tarde em Nova Iorque, com a presença de um grupo de estadunidenses solidários a Cuba em frente à sede da ONU, onde levaram bandeiras da ilha e cartazes de 'Stop the US blockade of Cuba' (Detenham o bloqueio dos EUA a Cuba) e 'US hands off Cuba' (EUA, mãos fora de Cuba).

'Estamos aqui representando a comunidade norte-americana que defende o fim de um castigo responsável por tanta dor, e também para nos unir ao mundo, porque 191 países apoiaram a resolução da Assembleia Geral, com duas abstenções, algo histórico', declarou à Prensa Latina o ativista Benjamin Ramos.

Segundo um dos coordenadores do Projeto de Solidariedade a Cuba em Nova Iorque, não pode ser ignorada a rejeição universal às sanções econômicas, comerciais e financeiras vigentes por mais de meio século.

Outra das ativistas estadunidenses presentes na manifestação em frente à ONU, Kathe Carlson, assegurou que no país do norte há muitas pessoas contrárias à política hostil da Casa Branca para a ilha.

Estamos aqui para apoiar a soberania de Cuba sem a ingerência norte-americana, uma luta na qual nos empenhamos há vários anos, sublinhou.

Para Carlson, as mudanças na política de Washington para o país caribenho, realizadas pelo presidente Barack Obama, e a abstenção de ontem na ONU, servem de estímulo para continuar exigindo o fim de um bloqueio que qualificou de injusto, ilegal e imoral.

'Este voto de abstenção não é o que queremos, mas é um avanço e uma maneira de continuar esta luta', expôs.

Fonte: prensalatina
http://www.prensalatina.com.br/index.php?o=rn&id=3070&SEO=bloqueio-contra-cuba-rechaco-universal-e-abstencao-dos-eua

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Convite para a comemoração do Dia da Cultura Cubana


El Día de la Cultura Nacional Cubana. Se celebra en Cuba cada 20 de octubre, considerándose una efeméride que marca definitivamente el nacimiento de una nación rebelde y de su identidad.
La fecha fue instituida en conmemoración de uno de los acontecimientos más relevantes que atesora la historia patria, la entonación por vez primera del Himno Nacional cubanoLa Bayamesa, como se le llamó por el pueblo cuando tropas mambisas al mando deCarlos Manuel de Céspedes liberaron a la ciudad de Bayamo.

El abogado Pedro Figueredo, Perucho, sería el autor de tan ardientes versos, quien en medio de la algarabía de la toma, por parte de las tropas mambísas del Ejército Libertador de la República de Cuba en Armas, de la ciudad que prefirió ser quemada antes de ser entregada al enemigo, escribiera las letras sobre la montura de su caballo.
A la sonada de la campana de La Demajagua, el 10 de octubre de 1868, diez días antes al suceso, se iniciaba la Revolución, y fue el día 20 en que, como expresión del carácter profundamente revolucionario de la gesta que germinaba, se llamaba al combate permanente y se exaltaba el sentimiento patrio, mediante el himno de guerra y de victoria, que copiado de mano en mano, se cantó por todos los que asistían al excelso momento.
La historia del Himno Nacional cubano se remonta al 13 de agosto de 1867 cuando, a su escritor se le propone en su propia casa componer "nuestra Marsellesa"; en la madrugada del otro día, el combatiente creaba la melodía del que más tarde se convertiría en el Himno Nacional de Cuba. El 8 de mayo de 1868, Figueredo le solicita al músico Manuel Muóz Cedeño la orquestación de la marcha; un mes después se toca en la Iglesia Mayor de Bayamo, pero no fue hasta pasado unos catorce meses de creada la música en que se escribe la letra.

A partir de aquel 20 de octubre de 1868, las fervientes notas del Himno de Bayamo presidieron todos los actos del movimiento independentista cubano, y pasado el tiempo, ha trascendido hasta la actualidad como símbolo de la Patria y expresión concreta del carácter patriótico del pueblo cubano. Es por ello que considerar el 20 de octubre como el Día de la Cultura Cubana, es reconocer, en primer lugar, la esencia de las raíces cubanas.



   
El bayamés Perucho Figueredo, montado a caballo escribe la letra del Himno de Bayamo




Fonte: 
https://www.ecured.cu/D%C3%ADa_de_la_Cultura_Nacional_Cubana







Cuba envía a Haití brigada médica del Contingente “Henry Reeve”



En consideración a las graves afectaciones ocasionadas en Haití por el huracán Matthew y en correspondencia con los lazos de hermandad que nos unen, nuestro gobierno decidió enviar una brigada médica integrante del Contingente Internacional de Médicos Especializados en el Enfrentamiento de Desastres y Graves Epidemias “Henry Reeve”.
Está conformada por 38 profesionales con amplia experiencia higiénico-epidemiológica, entre los que se encuentran tres médicos especialistas, diez licenciados en Higiene y Epidemiología y diez técnicos en Control de Vectores, los que viajarán hoy a ese país con los medios y recursos necesarios para el cumplimiento de su misión.


Esta brigada laborará junto a los especialistas y licenciados en Higiene y Epidemiologia que forman parte de los más de 600 colaboradores cubanos de la Salud que prestan sus servicios en Haití.
Fonte: http://www.cubadebate.cu/noticias/2016/10/08/cuba-envia-a-haiti-brigada-medica-del-contingente-henry-reeve/#.V_vPbNQrI_5

Cuba divulga imagens de Maísi após passagem de Matthew

A passagem de Matthew sobre a parte oriental de Cuba





Nota do Nescuba: O furacão Matthew devastou uma região de Cuba e mais uma vez a Defesa Civil agiu com precisão e, junto a uma população apta para enfrentar estes desastres naturais, nenhuma morte foi registrada na Ilha.  Essa valorização da vida não é notícia nos grandes veículos de comunicação.

Guantánamo, Cuba, 7 out (Prensa Latina) Meios de imprensa cubanos difundem hoje as imagens dos danos que deixou o furacão Matthew no município de Maisí, um dos mais golpeados pelo organismo tropical na oriental província de Guantánamo.

'Já as cortinas informativas sobre Maisí abrem-se e as primeiras imagens que chegam confirmam as predições: o furacão Matthew chegou com tudo, ainda que não pôde ser levado a vida de ninguém', publicou nesta sexta-feira o jornal local Venceremos.

De acordo com a publicação, vários grupos de repórteres saíram ontem rumo a esse município, muitos deles em helicóptero e outros por via terrestre e em meios especiais, através de rios crescidos.

As redes sociais e os meios de imprensa tinham publicado imagens dos danos ocasionados pelo fenômeno meteorológico em várias localidades guantanameras, mas até o momento o difícil acesso a Maisí impedia conhecer sobre as condições reais nesse município.

O jornal Granma narrou que uma equipe de seus jornalistas ficou parada na altura do Rio Seco, cujo leito largo lhes impediu continuar a marcha a somente sete quilômetros do lugar por onde passou o olho do organismo ciclônico, que tocou terra em Cuba na terça-feira última.

No entanto, o jornal referiu-se a histórias contadas pelos moradores da região, muitos dos quais perderam suas moradias, e narraram também como se preparou a localidade para enfrentar o impacto do furacão de categoria quatro na escala Saffir-Simpson, de um máximo de cinco.

Ainda que o Maisí continue sem comunicação pouco a pouco, desde o amanhecer as brigadas vão subindo e limpando o que deixou Matthew na terra, declarou Granma do ponto mais oriental de Cuba.

Uma jornalista de Rádio Guantánamo, entretanto, contou que nesta quinta-feira o helicóptero de uma equipe de imprensa aterrissou no assentamento dos Arados.

Ali conheceu histórias como as de Gipsie Rosell, que perdeu sua casa, mas secou suas lágrimas e ajudou a preparar alimentos para o resto dos evacuados na casa vizinha onde lhe ofereceram abrigo. 'O mais importante, disse, é que estamos vivos'.

Em sua página digital, a emissora citou declarações de autoridades locais segundo as quais a disciplina no cumprimento das medidas orientadas pelo Conselho de Defesa Municipal e Provincial foi decisiva, e por isso não se lamenta a perda de vidas humanas.
Fonte:http://www.prensalatina.com.br/index.php?o=rn&id=2688&SEO=cuba-divulga-imagens-de-maisi-apos-passagem-de-matthew

Cubanos celebram efemérides por início de luta libertária em 1868

Havana, 10 out (Prensa Latina) Cuba celebra hoje os 148 anos do início da luta independentista contra o colonialismo espanhol efetuada em 10 de outubro de 1868, quando Carlos Manuel de Céspedes libertou os escravos do engenho La Demajagua.


Em todas as províncias do país, a colocação de oferendas florais e outras atividades homenagearão o denominado 'Pai da Pátria', que libertou seus escravos com o objetivo de pôr fim a séculos de exploração.

Como é tradicional, a atividade central nacional se desenvolve no mesmo lugar, atualmente Parque Nacional localizado na oriental província de Granma.

O evento permitirá a nativos e estrangeiros recordar aquele dia no qual Céspedes decretou a liberdade de seus escravos e os convocou para juntos iniciar uma batalha contra a Espanha, acontecimento que ficou marcado na história como o 'Grito de Yara'.

Então, centenas de homens uniram-se a Céspedes, que tinha como propósito conquistar a soberania plena da pátria e abolir a escravidão.

Apesar de naquele período não conseguirem concretizar a independência, neste 10 de outubro os cubanos comemoram a fundação de uma Revolução que depois de mais de um século, perdura e continua firme seu desenvolvimento, segura de que nenhuma das manobras do império cerceará seu legado.

Fonte:Prensalatina
http://www.prensalatina.com.br/index.php?o=rn&id=2728&SEO=cubanos-celebram-efemerides-por-inicio-de-luta-libertaria-em-1868

Che sigue siendo el hombre más temido por el imperialismo


Hace 49 años un vil asesino a sueldo, un terrorista, dirigido por la Agencia Central de Inteligencia de Estados Unidos, creyó que había matado a un hombre en Bolivia. Pero eso era entonces ya imposible, lo que no sabía ni sabe el sanguinario verdugo Félix Rodríguez Mendigutía es que con su crimen acabó por inmortalizarlo. El Che sigue siendo un reto, un desafío, un valladar infranqueable para el imperialismo.
No se puede matar a un ejemplo, no se puede asesinar a las ideas. El Che vive, porque lo hacen vivir los revolucionarios del mundo. Lo hace presente esta Cuba socialista de 58 años antimperialistas.
«Si queremos expresar cómo aspiramos que sean nuestros combatientes revolucionarios, nuestros militantes, nuestros hombres, debemos decir sin vacilación de ninguna índole: ¡Que sean como el Che! Si queremos expresar cómo queremos que sean los hombres de las futuras generaciones, debemos decir: ¡Que sean como el Che! Si queremos decir cómo deseamos que se eduquen nuestros niños, debemos decir sin vacilación: ¡Queremos que se eduquen en el espíritu del Che! Si queremos un modelo de hombre, un modelo de hombre que no pertenece a este tiempo, un modelo de hombre que pertenece al futuro, ¡de corazón digo que ese modelo sin una sola mancha en su conducta, sin una sola mancha en su actitud, sin una sola mancha en su actuación, ese modelo es el Che! Si queremos expresar cómo deseamos que sean nuestros hijos, debemos decir con todo el corazón de vehementes revolucionarios: ¡Queremos que sean como el Che!».
Así dijo Fidel el 18 de octubre de 1967, en la velada solemne en su memoria, en la Plaza de la Revolución. Así lo repiten los pioneros en nuestras escuelas. Pero que el Guerrillero Heroico viva no solo pasa por evocarlo, sino por llevarlo hoy a las aulas, a las fábricas, a nuestras relaciones humanas, a la sociedad que construimos, a los procesos que dirigimos.
El Comandante en Jefe al hablar de sus cualidades como conductor, expresó entonces «Che era un insuperable soldado; Che era un insuperable jefe». En la actualidad, Cuba perfecciona su modelo económico y social, con la participación de todo el pueblo y eso exige de directivos con atributos de guía como los que él dejó explicados en un artículo, El cuadro, columna vertebral de la revolución, publicado en 1962, en la revista Cuba Socialista.
«Un dirigente es un individuo de disciplina ideológica y administrativa, que conoce y practica el centralismo democrático y sabe valorar las contradicciones existentes en el método para aprovechar al máximo sus múltiples facetas; que sabe practicar en la producción el principio de la discusión co­lectiva y decisión y responsabilidad únicas, cuya fidelidad está probada», dijo en ese texto.
Muchas veces en cualquier análisis in­vocamos el debate y nos cuesta trabajo es­cuchar o reconocer la opinión del otro. El Che afirmaba que una de las cualidades que debía tener el que dirige, es la de «estar dispuesto siempre a afrontar cualquier de­bate». Para eso el cuadro, debe tener entre sus rasgos distintivos dos que Fidel dijo de él: «Che era un hombre extraordinariamente humano, extraordinariamente sensible».
Raúl, que al decir del propio Co­man­dante en Jefe, fue junto al Che uno de los dos primeros expedicionarios que tuvo el Gran­ma, también ha insistido en ese franco intercambio de criterios. El 18 de diciembre del 2010, en la clausura del Sexto Periodo Or­dinario de Sesiones de la Séptima Le­gis­latura de la Asamblea Nacional del Poder Po­pular, en alusión a la discusión del entonces proyecto de los Lineamientos de la Política Eco­nó­mica y Social del Partido y la Re­volución, expresó: «No hay que temerle a las discrepancias de criterios y esta orientación, que no es nueva, no debe interpretarse como circunscrita al debate sobre los Lineamientos; las diferencias de opiniones, expresadas preferiblemente en lugar, tiempo y forma, o sea, en el lugar adecuado, en el momento oportuno y de forma correcta, siempre serán más deseables a la falsa unanimidad basada en la simulación y el oportunismo. Es por demás un derecho del que no se debe privar a nadie. Mientras más ideas seamos capaces de provocar en el análisis de un problema, más cerca estaremos de su solución apropiada».
Pero no solo en los cuadros ha de vivir el argentino, cubano por derecho y convicción. Si el estudiante, el obrero, el militar, el científico, el intelectual, obra con la misma sensibilidad que él les expresó a sus hijos al decirles «crezcan como buenos revolucionarios. Estudien mucho para poder dominar la técnica que permite dominar la naturaleza.

Acuérdense que la revolución es lo importante y que cada uno de nosotros, solo, no vale nada. Sobre todo, sean siempre capaces de sentir en lo más hondo cualquier injusticia cometida contra cualquiera en cualquier parte del mundo…», el Che seguirá siendo un desafío para el imperialismo, el hombre más temido. Y ya no lo podrán matar, porque su ejemplo es inmortal.

Fonte: http://www.granma.cu/cuba/2016-10-08/che-sigue-siendo-el-hombre-mas-temido-por-el-imperialismo-08-10-2016-00-10-38

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

José Martí - Obras Completas




No link abaixo estão disponíveis as Obras Completas de José Martí em versão crítica:

http://www.clacso.org.ar/coleccion_jose_marti/index.php
Fonte: Clacso Livros


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Declaração do Governo Revolucionário da República de Cuba

Enviado por editor en Mié, 31/08/2016 - 14:21

O Governo Revolucionário da República de Cuba rejeita veementemente o golpe de estado parlamentar-judicial que foi realizado contra a Presidenta  Dilma Rousseff.

Oafastamentoda Presidenta do governo sem apresentar-se nenhuma evidenciade delitos de corrupção nem de crimes de responsabilidade, e com ela do Partido dos Trabalhadores (PT) assim como outras forças políticas de esquerda aliadas, constitui um ato de desacato à vontade soberana do povo que a elegeu.

Durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, foi impulsionado um modelo econômico-social que permitiu ao Brasil dar um salto no seu crescimento produtivo com inclusão social, a defesa de seus recursos naturais, a formação  de emprego, a luta contra a pobreza, a saída da miséria de mais de 35 milhões de brasileiros que viviam em condições desumanas e a elevação da receita de outros 40 milhões, a ampliação das oportunidades na educação e a saúde do povo, abrangendo setores marginados naquela altura.

Neste período, o Brasil tem sido um impulsionador ativo da integração latino-americana e caribenha. A derrota do Acordo de Livre Comércio para as Américas (ALCA), a convocatória para a Cúpula da América Latina e as Caraíbas relativa a Integração e Desenvolvimento (CALC) que conduz para a criação ulterior da CELAC, assim como a constituição da UNASUR, são acontecimentos transcendentais na historia mais recente da região que demonstram o protagonismo desse país.

Mesmo assim, a sua projeção para com as nações do Terceiro Mundo, sobretudo de África, sua ativa participação como membro no Grupo BRICS (o Brasil, a Rússia, Índia, China, e África do Sul)assim como o seu desempenho no quadro da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO)e a Organização Mundial do Comércio, entre outras, são um reconhecimento à sua liderança internacional.

Também merece de se elogiar a executória brasileira sob os governos do PT nos temas decisivos  da situação internacional em defesa da paz, o desenvolvimento, o meio ambiente e os programas contra a fome.

Os esforços feitos por Lula e Dilma são largamente conhecidos no intuito de reformar o sistema político e ordenar o financiamento dos partidos e suas campanhas, bem como aajudaàs investigações que foram realizadas contra a corrupção, e a independência das instituições encarregadas delas.

As forças que exercem o poder nesta altura divulgaram medidas privatizadoras relativas as reservas petrolíferas nas águas profundas e a redução dos programas sociais.   Além disso, emitem uma política exterior em prol das relações com os grandes centros de poder internacionais.   Não poucos daqueles que julgam à Presidenta são pesquisados por atos de corrupção.

O que aconteceu no Brasil é mais outra expressão da ofensiva do imperialismo e da oligarquia contra os governos revolucionários e progressistas de América Latina e as Caraíbas, que ameaça a paz e a estabilidade das nações, infringindo o espírito e a letra da Proclama de América Latina e as Caraíbas como Zona de Paz, a qual foi assinada pelos chefes de Estado e de Governo da regiãona II Cúpula da CELAC, em janeiro de 2014, em Havana.

Cuba ratifica a sua solidariedade para com a Presidenta Dilma e o camarada Lula, assim como com o Partido dos Trabalhadores, e manifesta a sua confiança em que o povo brasileiro defenderá as conquistas sociais atingidas, opor-se-á terminantemente às politicas neoliberais que tentem de se lhes impôr e ao desapossamento dos seus recursos naturais.

Havana, 31 de agosto de 2016.