segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Evento "O Centenário da Revolução de Outubro e a Rússia na atualidade" será realizado amanhã com apoio do Nescuba

Convidamos a todas as pessoas interessadas para a palestra  "O Centenário da Revolução de Outubro e a Rússia na atualidade" que contará com a presença do Diretor da Biblioteca Nacional da História da Rússia, Mikail Afanasiev. Segue a divulgação do evento com maiores detalhes.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Cuenta habilitada para donaciones solidarias a Cuba tras paso de huracán Irma


Después del paso del huracán Irma, sobran las muestras de apoyo y solidaridad hacia el pueblo y gobierno de Cuba. Debido a las múltiples solicitudes de amigos de todo el orbe, el Banco Financiero Internacional ha habilitado una cuenta para que aquellos que deseen apoyar el proceso de recuperación de la Isla puedan hacerlo.

Nota informativa del Ministerio de Relaciones Exteriores de la República de Cuba

Pocos días después de que se iniciara la fase recuperativa en Cuba tras el paso del huracán Irma, Cuba continúa recibiendo múltiples mensajes de solidaridad y envíos de ayuda humanitaria.
En este sentido, se encuentra disponible la cuenta bancaria con el título HURACAN-DONACIONES, Nro. 0300000004978829 de la sucursal del Banco Financiero Internacional que tiene su sede en la Calle 18 entre 1ra y 3ra, municipio Playa, La Habana, Cuba. Para todos aquellos interesados, los aportes deben realizarse en monedas libremente convertibles.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Tras la Tormenta, la música (+ Video)

El reconocido músico cubano Arnaldo Rodríguez vuelve a mostrar su sensibilidad humana y artística con un nuevo videoclip de su conocida canción Tras la Tormenta, graficado con fotografías y videos tomados en Ciego de Ávila por el joven fotógrafo Yander Zamora.
En su página de Facebook, Arnaldo escribió: “Hoy quiero regalarles este estreno Nuevo Video de mi cancion TRAS LA TORMENTA (Parece que el ciclón ya se fue). Esta cancion que compuse hace ya 10 años hoy toma nuevas dimensiones. Mi amigo, el joven y ya conocido fotorreportero Yander Zamora me ha brindado estas fotos y videos únicos tomados durante el Huracan Irma, a su paso por el norte de mi tierra avileña. Ciego De Avila Cuba”
Cubadebate comparte este regalo con sus lectores, especialmente a los cubanos que hoy se baten por la recuperación del país, este video que es un canto a la esperanza en medio del dolor:
 

https://www.youtube.com/watch?time_continue=9&v=FLFDQAuAiTo 

CUBA: LUCHAR SIMULTÁNEAMENTE POR LA RECUPERACIÓN Y CONTRA EL BLOQUEO YANQ




Por Pedro Martínez Pírez
 
Quienes se preguntan en el mundo porqué el paso del potente huracán Irma, que recorrió con fuerza 5 casi todo el litoral norte de Cuba, provocó solamente diez muertos, deben saber que la eficiente Defensa Civil cubana se apoyó también en familiares y vecinos del millón 738 mil personas evacuadas en la mayoría de las quince provincias del país.
El muy importante dato de que 86 por ciento de los evacuados fueron acogidos por vecinos y familiares antes y durante el paso arrollador del ciclón Irma, dice mucho del sentimiento de solidaridad reinante en Cuba. Eso no es casual. Es uno de los frutos de la Revolución Cubana y del legado de José Martí y Fidel Castro, dos paradigmas que acompañaron a los cubanos en los duros y difíciles días del paso del huracán, aunque todavía miles de evacuados permanecen en los centros de evacuación.
Enormes son los daños en casi todas las provincias del país. Se sabe que la afectación principal al servicio eléctrico nacional fueron provocados por las penetraciones del mar que afectaron a la central termoeléctrica Antonio Guiteras en la occidental provincia de Matanzas, a cien kilómetros de La Habana.
Quince líneas de transmisión sufrieron averías y más de 3 mil 600 postes, así como más de 2 mil kilómetros de líneas fueron afectadas. Cayeron en varias provincias, azotadas por los fuertes vientos, cerca de una veintena de torres de radio y televisión.
Una pequeña nación como Cuba, con fuerte déficit en la producción de petróleo, vió como los vientos, la lluvia y las penetraciones de mar  afectaron 90 pozos que estaban en producción en el litoral norte de la región occidental y central del país.
Más de 500 unidades de Salud sufrieron daños, así como muchas escuelas y las Universidades de Villa Clara, Sancti Spíritus, Ciego de Avíla y Camagüey fueron duramente afectadas por el huracán.
Ayer domingo, inspirados en el ejemplo del Ché Guevara, los Comités de Defensa de la Revolución y la Federación de Mujeres Cubanas convocaron a sus millones de integrantes a realizar una jornada de trabajo voluntario, para limpiar las calles y hacer que las ciudades recobren su esplendor. Mientras tanto la solidaridad con Cuba crece en el mundo, porque muchos amigos saben que el ciclón la castigó fuertemente, y que la pequeña nación del Caribe afronta desde hace más de medio siglo otro huracán violador de los derechos humanos: el bloqueo yanqui. Por eso la reconstrucción exige a los cubanos un doble y titánico esfuerzo.

La Habana, 18 de septiembre de 2017.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

BRASIL NA JORNADA MUNDIAL PELO FIM DO BLOQUEIO A CUBA

Ao contrário do que vem sendo divulgado pela mídia, o bloqueio dos EUA contra Cuba não acabou com a reaproximação diplomática entre os dois países. Atividade realizada no Brasil pelo TheIntCom, contou com a presença da ex-guerrilheira Marília Guimarães



Representantes do Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade aos Povos estão visitando o Congresso Nacional em Brasília, desde o início da semana, em busca de apoio. O objetivo é angariar adesões dos parlamentares brasileiros ao pedido de levantamento do bloqueio, que será encaminhado à Washington.
O TheIntCom (na sigla em inglês) realiza anualmente a Jornada Contra o Bloqueio a Cuba. A atividade consiste em percorrer gabinetes de parlamentares estadunidenses, no Capitólio, levando a reivindicação de se levantar o bloqueio imposto pelo governo dos EUA contra Cuba há mais de 50 anos, considerando que a atribuição para suspender a injusta medida pertence atualmente ao legislativo daquele país.

Em outras Jornadas, integrantes do Comitê de vários países se incorporavam aos demais em Washington D. C., para reuniões em conjunto. Este ano, o evento ocorre entre os dias 11 a 16 de setembro e foi decidido que, além dos EUA, cada país realizaria a jornada em seus respectivos parlamentos.
Carmen Diniz, à frente do grupo no Brasil, explica que “nessas conversas, o Comitê entrega um material informativo atualizado sobre o bloqueio à Cuba, cópias da carta que será entregue nos EUA, incluindo a lista com os pouco mais de 100 parlamentares brasileiros que já aderiram em 2015 à causa, além de um material audiovisual que foi elaborado pelo Comitê Carioca de Solidariedade a Cuba.
Este ano, o foco principal da jornada contra o bloqueio é a saúde pública. Carmen lembra que, “a saúde é um direito humano básico e o prejuízo imposto pelo bloqueio inclui outros países, além de Cuba, uma vez que a ilha conta com medicamentos eficazes, mas que encontram muitas dificuldades de comercialização fora de seu território”.
Dentre os parlamentares que aderiram à carta este ano, está o Deputado Paulão (PT-AL), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, que afirmou que pretende tomar algumas iniciativas no sentido de questionar a prorrogação do bloqueio dos EUA a Cuba, assinado por Trump. Paulão vai enviar aos membros do Congresso dos Estados Unidos um ofício solicitando que ouçam as vozes dos povos da América Latina e votem pela eliminação do bloqueio tão logo seja possível, além de solicitar informações ao presidente da Anvisa, agência brasileira que regula a autorização para medicamentos no país, sobre o impedimento da liberação de patentes de remédios produzidos em Cuba que trazem notáveis progressos a doenças que atingem os brasileiros, como o Heberprot-P, contra o pé diabético. Por fim, o deputado alagoano também adiantou que vai articular com a presidenta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, Regina Sousa (PT-PI), para que assinem juntos o documento organizado pelo Comitê Internacional Paz Justiça e Dignidade aos Povos.


Em dezembro de 2014 o ex-presidente dos EUA, Barack Obama, fez o surpreendente discurso em que reconheceu que o investimento em mais de meio século de agressões contra Cuba havia falhado. A histórica abertura das embaixadas em ambas as capitais, Washington e Havana, em julho de 2015, foi um passo gigantesco para o fim de uma política genocida que já durava 5 décadas. Mas ao contrário do que vem sendo dito pela mídia, o bloqueio não foi derrubado depois da reaproximação diplomática entre os dois países. Ainda que a melhoria nas relações tenha possibilitado a abertura de uma série de acordos comerciais, acadêmicos e outros, não resultou no fim do bloqueio. E a Jornada capitaneada este ano no Brasil, vem mostrando que o bloqueio também afetou o povo norteamericano (e de outros países).
Matéria publicada pelo Resumem Latinoamericano de 2015, informa que quase 30 milhões de estadunidenses diabéticos (e milhares de outros países) são vítimas do bloqueio à medicamentos cubanos. Em torno de 70.000 a 80.000 diabéticos, por ano, sofrem com amputações devido a uma das complicações mais nefastas da doença: a chamada úlcera do pé diabético. O texto especulava, então, a possibilidade de sobrevida dos diabéticos estadunidenses a partir da reabertura das relações:
“O produto (não licenciado nos EUA, Brasil e outros países), teve autorização de comercialização negada para ensaios e vendas em 2010 pelo Departamento de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão encarregado de fazer cumprir o bloqueio dos EUA contra Cuba. (…) a indústria da biotecnologia cubana está em seu auge, já que na década de 1980 a ilha se converteu em uma das “três grandes” do sul global (com Brasil e Índia). Seu último grande avanço em Investigação mais Desenvolvimento (I + D) é um medicamento denominado Heberprot-P, que já vem tratando 165.000 pacientes diabéticos em 26 países, reduzindo o risco de amputação em cerca de 75% dos casos. O tratamento passou por ensaios clínicos em 5 países inclusive na Europa, onde é conhecido como Epiprot. Os resultados em matéria de segurança e eficácia têm sido divulgados em International Wound JournalDiabetes Care MEDICC Review, entre outras publicações científicas, com documentação de dez  anos de experiência clínica.”


Nesta terça-feira (12), o Comitê realizou ainda um cine-debate na Universidade de Brasília (UnB) com apoio do NESCUBA – Núcleo de Estudos Cubanos, coordenado pela professora Maria Auxiliadora, a participação de estudantes, professores e de representantes da Embaixada de Cuba no Brasil.
Dora, como é conhecida, viveu anos em Cuba, onde fez seu doutorado em políticas sociais na Universidade de Havana, e é idealizadora e coordenadora do NESCUBA, que desde 2007 oferece aos alunos de graduação da UnB o curso de extensão sobre Cuba. Com vários módulos, o curso abrange temas como “Política Social” (ministrado pela própria prof. Dora); “História de Cuba” (professor Tirso Saenz, cubano radicado no Brasil, foi vice-ministro de Che Guevara); “Sistema Político-Eleitoral” (jornalista e escritor Hélio Doyle); “Imprensa em Cuba” (Beto Almeida, jornalista e membro da TeleSur) e “Saúde Pública em Cuba” (Wesley Caçador, médico formado em Cuba).
Na abertura do evento, Dora disse como se sentia sobre seu trabalho frente ao NESCUBA, “é a tal batalha das ideias, da qual falava Fidel Castro, já que em média cerca de 25 alunos concluem a disciplina (optativa) anualmente e essa é uma oportunidade de ouvir o outro lado, muito diferente do que a mídia informa sobre Cuba. O bloqueio é algo que nós discutimos durante todo o curso, porque é transversal a todos os temas que se referem a Cuba”.
Convidado a fazer uma saudação aos presentes, o Encarregado de Negócios da Embaixada de Cuba no Brasil, Rolando Gomez, acabou oferecendo um importante relato da situação do país, atingido nos últimos dias pelo Furacão Irma:  “acabamos de sentir o impacto desse que já é considerado o mais terrível furacão da história recente do Oceano Atlântico e que atingiu nosso país com categoria 5 (a maior na escala de furacões) por 72 horas. Nos golpeou desde a ponta extrema oriental, até a capital, Havana, sendo 14 províncias atingidas. Foram arrasados os principais polos turísticos do país e infelizmente tivemos 10 pessoas falecidas, apesar de todo o esforço mundialmente reconhecido de nosso sistema de Defesa Civil. O mar penetrou como jamais havia ocorrido, chegando ao primeiro andar de edifícios distantes da orla em todo o território. E quando ainda estávamos sentindo o impacto deste furacão, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou esta medida que determina a prorrogação das leis que regem o bloqueio. É importante lembrar que documentos oficiais dos EUA de 1961, recém-desclassificados, deixam claro que o objetivo do bloqueio, assinado primeiramente por John F. Kennedy, era fazer o povo cubano ‘se render, a partir da fome e causando o maior sofrimento possível’. A boa notícia é que mais uma vez a vontade inabalável de nosso povo, depois dessa última tragédia, é de dar o seu melhor para recuperar os serviços básicos de nosso país. E essa solidariedade que existe entre nós, também temos recebido de nossos amigos, de vários países, como o Brasil”.
 Carmen Diniz – que na Jornada brasileira esteve acompanhada da ativista Viviane Mendes, do Movimento Paulista de Solidariedade a Cuba – explicou, pouco antes da exibição do documentário que a principal atividade do Comitê (TheIntCom) – que reúne 300 núcleos em todo o mundo e começou com a luta pela libertação dos 5 cubanos (presos por mais de 15 anos nos EUA e que voltaram à Cuba com a reaproximação entre os dois países) – é o levantamento do bloqueio. “Mas temos outras reivindicações, como a devolução do território onde se encontra a base ilegal dos EUA em Guantánamo, o fim das atividades subversivas que os EUA ainda mantêm contra Cuba (cessar o financiamento de grupos como as Damas de Branco, encerrar atividades de mídias como a Rádio/TV Martí). Já são 11 presidentes norteamericanos tentando, sem sucesso, derrubar a Revolução Cubana e até Obama precisou vir a público reconhecer que não funcionou. Se a solidariedade é o que você precisa, não o que eu quero fazer, então nosso objetivo é sempre tentar identificar quais são as prioridades de Cuba e, nesse momento, é o fim do bloqueio”, conclui. 
 

 No encerramento do debate, a ativista política e ex-guerrilheira Marília Guimarães – que em 1969 sequestrou um avião comercial no Brasil, acompanhada de seus dois filhos pequenos e conseguiu pousar em Cuba, onde exilou-se por 10 anos – emocionou os presentes ao dizer o que aprendeu em sua experiência na ilha “devemos implantar em nosso coração a esperança, a esperança de que sim, lutando, dando o melhor de si, estudando, sendo solidários uns com os outros, é que Cuba resistiu todos esses anos à esse bloqueio cruel, diário, em que coisas mínimas [se possuírem qualquer componente dos EUA], são proibidas para Cuba. Mas o povo cubano soube buscar o conhecimento e criou esse gigante. Se a Coca-Cola é famosa, Cuba é muito mais” e concluiu, sob aplausos “nós temos muito do povo cubano, o que falta é a gente se sacudir por dentro, para ficarmos mais parecidos com eles. Temos que semear amor, como diz Silvio Rodriguez, e não acreditar no imperialismo nem um tantinho, como disse Che Guevara. E temos que seguir o exemplo do nosso eterno comandante em chefe, Fidel Castro, que passou toda sua vida ensinando ao mundo inteiro que sim, é possível um mundo melhor”. 

 

Escrito por: Juliana Medeiros
Fonte:  https://jornalistaslivres.org/2017/09/brasil-na-jornada-mundial-pelo-fim-do-bloqueio-cuba/

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Dupla do Carazón Salsero em atividade artística




Dupla do Carazón Salsero na atividade artística da Jornada de Mobilização de Aposentados e Aposentadas. Previdência e perdas históricas dos direitos de aposentadoria, promovida pelo ANDES/SM. 


Brasília 16 a 18 de Agosto de 2017

terça-feira, 15 de agosto de 2017

91◦ aniversário Comandante em Chefe Fidel Castro Ruz



No dia 14 de agosto às 18:30, no Teatro do Sindicato dos Bancários em Brasília, a Embaixada da Cuba no Brasil com apoio de Movimentos Sociais realizou um ato político em comemoração do 91 aniversário Comandante em Chefe Fidel Castro Ruz.
Fizeram uso da palavra o jornalista Hélio Doyle, Fernando Mousinho e representantes de movimentos sociais e de partidos políticos que ressaltaram o legado de Fidel Castro.
Foram exibidos vídeos que trataram da vida e das homenagens póstumas ao grande líder da Revolução Cubana, numa noite de lindas e emotivas manifestações de reconhecimento da luta de Fidel Castro pela construção de uma sociedade justa e igualitária.